Talvez vc se pergunte, por que eu chamo vaginismo de fantasma, bem é simplesmente pq ñ vemos ele, Mas sabemos q ele está conosco, e o escondemos sempre através de falsos sorrisos e alegrias.
O meu primeiro ano de casada foi horrível.
Desde criança eu impus a mim mesma assumir responsabilidades e ser forte.
Minha infância foi linda, do ponto de criança, graças a Deus ñ sofri abusos, meus pais sempre foram ótimos, Minha mãe uma completa guerreira, Mas nossas condições financeiras nunca foram boas, td o que eu tinha era de doação, então eu havia colocado dentro de mim q eu lutaria pra q futuramente eu conseguisse ter uma vida estável e ajudar minha família, aos dez anos no dia seguinte ao meu aniversário eu perdi a minha avó e aquilo foi um grande choque pra mim.
E agora casada, novamente tenho q ser o ponto forte da relação.
Em algumas pesquisas que eu fiz, descobri q se o homem estiver tenso, preocupado a coisa ñ rola, então pesquisei maneiras para
Excitar meu marido, E acredite deu muito certo, E ele também achou maneiras de me excitar, algumas outras pesquisas descobri q nós mulheres vaginicas ñ fazemos sexo, o q acontece é a masturbação entre o casal, Isso me deixou muito triste, Mas nos primeiros meses estava determinada a não desistir.
Meu marido é uma ótima pessoa e muito paciente agradeço a Deus todos os dias por ter colocado ele na minha vida.
Embora agente sempre diga q ñ vai desistir, tem uma hora q agente cansa e foi o q aconteceu comigo.
Conviver com o varginismo, é conviver com frustração e incapacidade diária, nossa como eu chorava! Chorava quase todos os dias, Minha saúde foi totalmente afetada, Minha anemia atacou, Meu ciclo menstrual ficou totalmente desregulado, eu ñ era mais a mesma, ñ tinha vontade de fazer nada, Minha vida profissional desmoronou e minha vida espiritual também, eu estava péssima.
E sabe por que eu me sentia assim? Por que eu fazia perguntas pra mim mesma. Perguntava pra Deus se era algum castigo ou se eu tinha nascido destinada a sofrer ja q desde de criança, nada dava certo pra mim, parecia um tormento sem fim.
Mas então buscando a Deus, a fé q sempre temos dentro de nós, aquela esperança q agente sabe q no fundo ainda resta, eu descobri q ñ podia me entregar e eu sabia q Deus tinha algo preparado para mim.
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