segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Convivendo com o Fantasma

Talvez vc se pergunte,  por que eu chamo vaginismo de fantasma,  bem é simplesmente pq ñ vemos ele,  Mas sabemos q ele está conosco,  e o escondemos sempre através de falsos sorrisos e alegrias.
O meu primeiro ano de casada foi horrível.
Desde criança eu impus a mim mesma assumir responsabilidades e ser forte.
Minha infância foi linda,  do ponto de criança,  graças a Deus ñ sofri abusos,  meus pais sempre foram ótimos,  Minha mãe uma completa guerreira,  Mas nossas condições financeiras nunca foram boas,  td o que eu tinha era de doação,  então eu havia colocado dentro de mim q eu lutaria pra q futuramente  eu conseguisse ter uma vida estável e ajudar minha família,  aos dez anos no dia seguinte ao meu aniversário eu perdi a minha avó e aquilo foi um grande choque pra mim.
E agora casada,  novamente tenho q ser o ponto  forte da relação.
Em algumas pesquisas que eu fiz,  descobri q se o homem estiver tenso,  preocupado a coisa ñ rola,  então pesquisei maneiras para
Excitar meu marido,  E acredite deu muito certo,  E ele também achou maneiras de me excitar,  algumas outras pesquisas descobri q nós mulheres vaginicas ñ fazemos sexo,  o q acontece é a masturbação entre o casal,  Isso me deixou muito triste,  Mas nos primeiros meses estava determinada a não desistir.
Meu marido é uma ótima pessoa e muito paciente agradeço a Deus todos os dias por ter colocado ele na minha vida.
Embora agente sempre diga q ñ vai desistir,  tem uma hora q agente cansa e foi o q aconteceu comigo.
Conviver com o varginismo,  é conviver com frustração e incapacidade diária,  nossa como eu chorava! Chorava quase todos os dias,  Minha saúde foi totalmente afetada,  Minha anemia atacou,  Meu ciclo menstrual ficou totalmente desregulado,  eu ñ era mais a mesma,  ñ tinha vontade de fazer nada,  Minha vida profissional desmoronou e minha vida espiritual também,  eu estava péssima.
E sabe por que eu me sentia assim?  Por que eu fazia perguntas pra mim mesma. Perguntava pra Deus se era algum castigo ou se eu tinha nascido destinada a sofrer ja q desde de criança,  nada dava certo pra mim, parecia um tormento sem fim.
Mas então buscando a Deus,  a fé q sempre temos dentro de nós,  aquela esperança q agente sabe q no fundo ainda resta,  eu descobri q ñ podia me entregar e eu sabia q Deus tinha algo preparado para mim.

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